Skip to content
-
Subscribe to our newsletter & never miss our best posts. Subscribe Now!
  • https://www.facebook.com/
  • https://twitter.com/
  • https://t.me/
  • https://www.instagram.com/
  • https://youtube.com/
  • Início
  • About
  • Blog
  • Carrinho
  • Cart
  • Checkout
  • Contato
  • Crush ou Cilada
  • Dicas de Saúde
  • Elementor Página #8615
  • Enquete
  • Finalização de compra
  • Home
  • Home
  • Home 10
  • Home 11
  • Home 12
  • Home 13
  • Home 14
  • Home 15
  • Home 16
  • Home 17
  • Home 18
  • Home 19
  • Home 2
  • Home 20
  • Home 4
  • Home 5
  • Home 6
  • Home 7
  • Home 8
  • Home 9
  • HOME INICIAL
  • Horóscopo
  • Ínicio
  • Loja
  • Maternidade Real
  • Minha Bahia
  • Minha conta
  • My account
  • Publicidade
  • Publicidade
  • Publicidade 01
  • Quem Somos
  • Raízes do Agro
  • Sample Page
  • Shop
  • Team
  • TV BAHIA REALIDADE
  • Início
  • About
  • Blog
  • Carrinho
  • Cart
  • Checkout
  • Contato
  • Crush ou Cilada
  • Dicas de Saúde
  • Elementor Página #8615
  • Enquete
  • Finalização de compra
  • Home
  • Home
  • Home 10
  • Home 11
  • Home 12
  • Home 13
  • Home 14
  • Home 15
  • Home 16
  • Home 17
  • Home 18
  • Home 19
  • Home 2
  • Home 20
  • Home 4
  • Home 5
  • Home 6
  • Home 7
  • Home 8
  • Home 9
  • HOME INICIAL
  • Horóscopo
  • Ínicio
  • Loja
  • Maternidade Real
  • Minha Bahia
  • Minha conta
  • My account
  • Publicidade
  • Publicidade
  • Publicidade 01
  • Quem Somos
  • Raízes do Agro
  • Sample Page
  • Shop
  • Team
  • TV BAHIA REALIDADE
Subscribe
Close

Search

Uncategorized

Canetas emagrecedoras e remédios caros devem elevar preços dos planos de saúde empresariais

By Bahia Realidade News
maio 5, 2026 4 Min Read
0
0Shares


Caneta emagrecedora
Reprodução/TV Globo
A “febre” das canetas emagrecedoras e a maior demanda por terapias avançadas, com medicamentos de alto custo, devem pressionar a inflação médica e levar a reajustes mais altos nos planos de saúde empresariais.
A expectativa, segundo especialistas consultados pelo g1, é que os custos médicos subam entre 8% e 11% em 2026.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1
Segundo pesquisa da consultoria Willis Towers Watson (WTW), os gastos com medicamentos estão entre os principais fatores que puxam os custos de saúde nas Américas — especialmente os remédios mais modernos para obesidade e diabetes.
“Embora os planos de saúde no Brasil ainda não contemplem medicamentos para emagrecimento, como as canetas injetáveis, o rol de procedimentos ampliou a cobertura ambulatorial para alguns tratamentos oncológicos, além de medicamentos voltados a doenças raras e autoimunes”, explica a diretora de saúde e benefícios da Willis Towers Watson (WTW), Walderez Fogarolli.
Veja os vídeos em alta no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Ao mesmo tempo, entidades de saúde no Brasil e no mundo seguem discutindo como tratar a obesidade no longo prazo.
No final do ano passado, por exemplo, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou as primeiras diretrizes sobre o uso de canetas emagrecedoras no combate à doença, classificando esses medicamentos como uma ferramenta potencialmente essencial para “ajudar milhões de pessoas a superar a obesidade e reduzir os danos associados”.
No Brasil, uma série de projetos de lei apresentados no Congresso no ano passado passou a tratar do uso de medicamentos contra a obesidade no Sistema Único de Saúde (SUS).
Nesse cenário, a avaliação do setor é que, embora os planos ainda não sejam obrigados a cobrir as canetas emagrecedoras, a obesidade vem sendo cada vez mais reconhecida como doença crônica — o que pode influenciar decisões judiciais contra as operadoras, dependendo do caso.
Ainda segundo a pesquisa da WTW, 67% das seguradoras acreditam que medicamentos à base de GLP-1 vão elevar os custos médicos nos próximos três anos. Na prática, isso também pode pressionar novos reajustes dos planos de saúde.
🔎 Esses medicamentos imitam a ação do hormônio GLP-1, produzido pelo próprio corpo. Ele ajuda a controlar o apetite, aumenta a sensação de saciedade e regula a liberação de insulina.
Outros fatores também pesam na inflação médica
Os especialistas explicam que, embora os medicamentos tenham um peso importante, há vários outros fatores que influenciam os custos da saúde, como regulação e judicialização no Brasil, tecnologias mais caras (muitas ligadas ao dólar), comportamento dos usuários, além de desperdícios e fraudes.
🔎 Judicialização é quando as pessoas recorrem cada vez mais à Justiça para resolver questões que não foram solucionadas por outros meios. Na saúde, isso inclui casos em que pacientes acionam os tribunais para obrigar planos a cobrir tratamentos, exames ou medicamentos que não foram autorizados.
Segundo o superintendente técnico e atuarial da Mercer Marsh Benefícios, Thomás Ishizuka, fatores como a frequência de uso do plano e o custo médio dos atendimentos — chamado de “severidade” no jargão do setor — também entram na conta dos reajustes.
“Analisamos principalmente o custo médio por atendimento e a frequência de uso, mas o preço também depende de outras variáveis, como a idade dos beneficiários, o setor da empresa e o tipo de contrato”, diz.
A Mercer Marsh estima que a inflação médica fique entre 8% e 9% em 2026, enquanto os reajustes dos planos empresariais devem variar de 8% a 10%. Já a WTW projeta alta de 11% neste ano, mas não detalhou os reajustes dos planos.
Desaceleração
Apesar da alta projetada para 2026, especialistas avaliam que a inflação médica deve desacelerar em relação ao ano passado — reflexo de um esforço maior das operadoras para combater fraudes e controlar custos após o aumento das despesas no pós-pandemia.
Dados do Relatório de Tendências Globais de Custos Médicos da Aon, por exemplo, apontam alta de 9,7% nos custos médicos corporativos no Brasil — uma queda de 3,2 pontos percentuais em relação aos 12,9% projetados para 2025.
Segundo o diretor executivo da Mercer Marsh Benefícios, Marcelo Borges, esses esforços se concentraram em duas frentes: mudanças na coparticipação e maior controle sobre reembolsos e rede credenciada.
De um lado, o aumento da coparticipação ajudou a reduzir o uso indevido dos planos — como idas frequentes ao pronto-socorro sem urgência, excesso de exames e repetição de consultas sem necessidade.
Já as regras mais rígidas para reembolsos, diz o executivo, surgiram após a identificação de casos de fraude, em que beneficiários tentavam obter ressarcimentos indevidos.
“O processo não se tornou impeditivo, mas ficou mais rígido. Antes, o beneficiário apresentava a despesa e a prévia, e a seguradora já fazia o pagamento. Agora, é preciso apresentar o comprovante, e o valor do reembolso segue tabelas definidas para cada procedimento”, afirma Borges.
Por fim, o executivo explica que, nos últimos anos, houve um processo de renegociação das operadoras com hospitais e clínicas da rede credenciada.
Na prática, isso significa que as operadoras revisaram contratos e passaram a adotar medidas para segurar os custos, como pacotes fechados de procedimentos e regras mais claras para diárias hospitalares.
O diretor de Health & Talent da Aon no Brasil, Fabio Martinez, reforça que, mesmo com a desaceleração, o setor ainda enfrenta o desafio de incentivar o uso mais eficiente dos planos de saúde.
“A gestão de custos em saúde precisa levar em conta o acesso a tratamentos mais eficazes, mas também mais caros, principalmente com a inclusão frequente de novas tecnologias e medicamentos no rol da ANS”, conclui.

Tags:

Uncategorized
Author

Bahia Realidade News

Follow Me
Other Articles
Previous

Com Lucho e Nonato, Fluminense tem aproveitamento superior a 70%; dupla será opção contra Rivadavia

Next

As contas do Atlético-MG para seguir na briga por vaga direta no mata-mata da Sul-Americana

Recent Posts

  • Fachin toma decisão monocrática e provoca reação sobre casos que envolvem Moraes e aliados de Lula
  • FC Utilidades: variedade, praticidade e apoio ao desenvolvimento do Oeste da Bahia
  • ACM Neto reúne multidão em Cícero Dantas e afirma que “os baianos querem mudança”
  • 🔥 AGORA É PRA VALER! VAMOS CONSTRUIR ESSA VITÓRIA JUNTOS! 🇧🇷
  • 🚨 ENTRONCAMENTO PEDE SOCORRO! ROGÉRIO FAEDO, CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL PELO PL DA BAHIA, DENUNCIA MÁ QUALIDADE DA ÁGUA

Recent Comments

  1. Olivia Hughes em TV BAHIA REALIDADE
  2. ELEIÇÕES 2026: AVANTE oficializa Cabo Márcio Patriota e pré-candidato promete “Bancada do Povo”, Cidade do Autista e mudanças profundas na Bahia → em LULA
  3. BRASIL FORA DO MAPA DA FOME, DIZ A ONU. MAS QUEM AVISOU ISSO A QUEM AINDA PASSA FOME? → em “Pode Pedir Para Sair”: Prefeito de Érico Cardoso Ameaça Servidores que Não Apoiarem Jerônimo — e Deixa o Governador na Berlinda
  4. “Pode Pedir Para Sair”: Prefeito de Érico Cardoso Ameaça Servidores que Não Apoiarem Jerônimo — e Deixa o Governador na Berlinda → em Flacidez e queda de cabelo indicam que algo está errado no seu emagrecimento
  5. “Pode Pedir Para Sair”: Prefeito de Érico Cardoso Ameaça Servidores que Não Apoiarem Jerônimo — e Deixa o Governador na Berlinda → em MONITOR DE OFERTAS

Categories

Copyright 2026 — . All rights reserved. Blogsy WordPress Theme